Disco Rígido de 20 anos atrás...
Pesando incríveis 30 kilos, este enorme Disco Rígido da IBM era usado há 20 anos atrás. Sua capacidade era de 1GB, um super tamanho de armazenamento para aquela época, porem devido ao seu enorme custo, apenas grandes empresas e o governo tinham condições de adquirir alguns exemplares como este. Observando a figura, ao lado uma pessoa exibe um cartão de memória de 1GB muito utilizado nos dias de hoje em câmeras digitais, Pen Drives e aparelhos portáteis.
 
Fonte: techchee.com 
 
Calor do corpo poderá carregar celular e iPod
DivulgaçãoCientistas americanos acreditam que descobriram uma maneira muito mais eficiente de usar silício para converter calor em energia suficiente para carregar uma infinidade de equipamentos eletrônicos portáteis, como celulares e iPods, e até mesmo automóveis, informou o site TG Daily.

De acordo com o site Computing , os resultados de uma pesquisa sobre conversão de energia foram publicados na mais recente edição da revista Nature, em artigo assinado pelos cientistas Arun Majumdar e Peidong Yang.

Graças a uma nova técnica desenvolvida em parceria entre o Laboratório Nacional Lawrence Berkeley e a Universidade da Califórnia de Berkeley, a energia que atualmente é disspada como calor durante a produção de eletricidade poderia ser reaproveitada com o uso de nanocondutores de silício sintetizados.

"Você pode drenar a energia elétrica de qualquer situação em que o calor esteja sendo desperdiçado", explicou Majumdar, um dos principais responsáveis pela pesquisa. "Por exemplo, se está frio lá fora e você está vestindo uma jaqueta feita de material integrado com módulos termoelétricos, você poderia recarregar aparelhos eletrônicos móveis com o calor do seu próprio corpo. De fato, os geradores termoelétricos já vêm sendo utilizados para converter o calor corporal para carregar relógios de pulso".

Apesar de o conceito de transformar calor em energia elétrica não ser novo, o novo estudo trouxe a experiência ao ambiente real de forma eficiente pela primeira vez, ressaltou o site TG Daily, questionando ainda se a descoberta realmente se transformará em produtos no futuro, já que tudo "dependerá de os nanocondutores brutos serem suficientemente eficientes para se tornarem comercialmente viáveis".
 
Fonte: Geek
 
 

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